quinta-feira, 26 de julho de 2012

Valorizando a família

Queridos (as)
Bom dia!
Há alguns meses escrevemos sobre o tema "Valorizando a família" para o Jornal Atos Hoje da Igreja Batista da Lagoinha. Gostaria de compartilhar com vocês esta realidade. Juntos podemos fazer toda a diferença.
Deus os abençoe!!
Com carinho,
Iara




Meu coração enche de saudades quando me lembro da minha família na época em que eu era criança ainda. Quantos momentos preciosos eu passei na cozinha de casa, ao redor da mesa, ouvindo papai e mamãe contar histórias. Eram importantes também as “broncas” que levávamos ali. Nunca me esquecerei daquele tempo. Estudar, brincar e viver com a família. Minha vida era simples, tínhamos alguns problemas, mas como eu era feliz!

A adolescência chegou, e apesar de muitas mudanças dentro e fora de mim, fazia toda a diferença voltar para a casa da escola e ter meu pai e minha mãe, dispostos a me ensinar, a me educar a me amar. Como isto teve valor para mim!

Tivemos a oportunidade, eu e Ciro, de criar Isabella e Alexandre assim. Ao redor da mesa, conversando sobre os altos e baixos da vida. Vivendo no caminho do Senhor, plantando a semente de vida para que, quando adultos, eles não se desviassem. Mas confesso, em muitos momentos sei que nossos filhos (hoje adultos e casados, para a glória de Deus) entravam em choque com o que seus amigos viviam em casa.

As casas hoje, digo casa porque acredito que lar é lugar de amor, refúgio e crescimento, são frutos de uma sociedade que não valoriza a família. Cada um tem o seu computador, algumas casas nem tem mesa para as refeições, os horários não coincidem e pais e filhos passam dias sem se ver.

E o agravante de tudo isto é que os jovens que foram e estão sendo criados assim, vão gerar famílias ainda mais distantes, sem laços e sem amor. A sociedade hoje fala de uma liberdade que eu não conheço. As crianças são despertadas para o sexo ainda cedo, elas têm controle sobre o que querem e não querem fazer. Algumas até já controlam a mesada que recebem gastando com aquilo que é prioridade para elas.

Mas confesso, liberdade para mim era poder correr, brincar e ter a certeza de que meus pais estavam olhando por mim. Indiferente da situação, de perigo ou de mudança, eu tinha a certeza de que eles me protegiam e queriam o melhor para mim.

Meu coração dói de pensar como uma jovem que perde a virgindade ainda criança, larga a escola e vive nas baladas será uma boa mãe e esposa se ela chegar a se casar? Ou como um homem pode ser o guardião de sua casa, cuidando de sua família se ele se envolveu bem cedo com drogas, mentiras e promiscuidades, muitas vezes debaixo dos olhos dos pais?

Sabe de onde vem a luz? Da Cruz. Somente através de Jesus podemos mudar estas histórias. Mas e aqueles que escolherem viver a vida como aprenderam? E aqueles que vivem a vida sem esperança, morrendo um pouco a cada dia? Esta é a sociedade em que vivemos. Sem esperança, sem visão de futuro, apenas vivendo loucamente cada dia.

E isto tem gerado nos corações o desejo por não se ter uma família.

“Para que viver com meus pais, dentro de regras e limites, obedecendo a eles? Eles são caretas, só querem pegar no meu pé” - e assim mais uma jovem vai morar fora de casa e se entregar ao que acha que é bom.

“Eu sou homem, ganho meu dinheiro e quero curtir a vida. Não preciso de ninguém para mandar em mim. Casar? Jamais” - e assim menos um filho em casa, recebendo amor e cuidado. O que poderá dar para as pessoas com quem se relacionarem?

“Sou muita nova, vou deixar esta criança na lixeira, alguém vai cuidar dela. Tenho muita coisa para viver ainda” - duas vidas destruídas por falta de amor.

“Mas minha mulher é chata e já não é tão bonita como antes, adultério é normal entre os homens, vou apenas dar umas saidinhas” - mais um casamento destruído.

A desvalorização da família é uma das características da sociedade de hoje. Por conta disto, estamos vendo tanto assassinatos, escândalos, adultérios, roubos, promiscuidade...

Cabe a nós, buscar minuto a minuto a restauração do valor da família. A família é a base da sociedade, e famílias desestruturadas geram uma sociedade abalada. Jesus pode mudar esta realidade.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Quatro valiosas expressões

Bom dia!
Que a doce presença do Espírito Santo os envolva nesta sexta-feira.
O texto que trago neste dia é um trecho do livro "Edificando Um Novo Lar", escrito por mim e por meu esposo.
Um dos temas que tratamos é o perdão. Gostaria de falar sobre quatro valiosas expressões que envolvem este tema.
Espero que sejam abençoados.
Com carinho,
Iara


Existem quatro expressões fundamentais no relacionamento conjugal. Conceituados escritores na área de família ressaltam a importância do uso de tais frases. São elas: “Eu errei”; “Por favor, me perdoe”; “Eu te perdôo” e “Eu te amo”.


Eu errei
Admitir que errou não faz parte da natureza humana. Dificilmente temos a prontidão para abrir a boca e dizer: “Eu errei”. Quando aconteceu a queda do homem, Deus o questionou. Adão transferiu a responsabilidade do pecado para a mulher. Eva, por sua vez, a lançou sobre a serpente e acho que, se pudesse, esta olharia para trás, buscando a quem culpar. Desde então tem sido assim, especialmente no relacionamento familiar. Um cônjuge busca apontar sempre o erro do outro, esquecendo-se de olhar cada um para si mesmo, se propondo a fazer uma mudança pessoal, a fim de alcançar o bem comum. Essa culpa também se estende ao relacionamento entre pais e filhos. Há pais que pecam contra os filhos sem jamais admitir que erraram.

A boa notícia é que podemos permitir a mudança desse quadro a partir do momento que atingimos maturidade espiritual e emocional, deixando o Espírito Santo de Deus nos sondar, levando-nos à consciência do erro.

Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno. (Sl 139.23,24.)



Por favor, me perdoe
Essa declaração vem imediatamente após a primeira: “Eu errei. Por favor, me perdoe”. Quando isso acontece, as correntes da indiferença, do distanciamento, da insegurança e da tristeza são rompidas.



Eu te perdôo
Essa é a resposta ao pedido de perdão. Quando essa frase é pronunciada, nas regiões celestes acontece um rebuliço. O coração do Senhor se alegra, seu nome é exaltado por anjos que celebram a vitória do casal, e Satanás e seus demônios esbravejam pela frustração de seus objetivos.



Eu te amo
Essa é uma expressão doce, gostosa e agradável de ouvir e de dizer. Enquanto solteiros, essa frase desliza facilmente dos lábios do casal apaixonado. Melhor e mais importante que no período de namoro é continuar ouvindo e dizendo “Eu te amo” durante os anos de vida a dois. O “Eu te amo”, depois das três primeiras expressões, funciona como selo do processo de perdão. A mágoa desaparece, dando lugar a um amor mais consciente, provado, amadurecido e fortalecido.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Solidão - como lidar com ela!

Olá queridos (as).
Bom dia.
Para esta semana separei um pequeno texto sobre solidão. Este texto foi escrito há alguns meses quando falamos deste tema no Culto da Família. Minha expectativa é que ele venha a abençoar o seu dia.
E creia, nunca estamos sós. Jesus está sempre ao nosso lado!!
Com carinho
Iara


Quando a solidão ataca

A solidão é hoje um dos grandes medos do ser humano. Há pessoas que se sentem sozinhas, inclusive, em meio à multidão. Ninguém, verdadeiramente, gosta de viver só.

No entanto, algumas circunstâncias da vida podem levar a pessoa a viver em solidão. A perda de cônjuge, a mudança para uma cidade distante da família, o casamento dos filhos.

A Palavra de Deus diz que um dos nomes do Senhor é Emanuel, que significa Deus conosco (Isaías 7:14). Ele está ao nosso lado em todo o tempo. O salmista escreveu “Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá” (Salmos 27:10). Ou seja, ainda que as pessoas deixem de estar conosco por qualquer motivo, Deus sempre se fará presente em nossa vida.

Desde o Éden, passando pela crucificação de Cristo, Deus sempre quis nos mostrar que Ele nos quer inteiramente para Ele e que somente Ele é digno de adoração. Muitas vezes a solidão vem por um apego excessivo a alguma pessoa. Quem nunca sofreu pelo fim de um namoro ou a separação de uma grande amizade? Não é errado sentir a falta de alguém, o que não devemos, jamais, é abrir mão da vida por causa da separação.

Em todo o tempo, Deus está perto de nós, sempre atento aos nossos sentimentos, pensamentos e necessidades. Inclusive, é permissão Dele todo e qualquer relacionamento no qual nos envolvemos. Tudo o que acontece ao nosso redor está no controle Dele e tudo ocorre conforme Seus planos eternos. Que maravilhosa segurança o Senhor nos dá! Que amor é este que em todo o tempo está ao nosso dispor, para nos ouvir e para nos ajudar!

Esta é a certeza que devemos ter como motivação para a vida: ainda que a morte leve pessoas que amamos ou que as circunstancias nos afastem de outras, Deus está sempre conosco e quer que o amor Dele nos baste!

terça-feira, 3 de julho de 2012

Intercessão e Casamento

Queridas,
Bom dia.
Gostaria de deixar uma mensagem sobre intercessão para vocês. Este texto é um pequeno trecho de um dos livros que escrevi: A plenitude da mulher cristã.
Oro para que esta palavra venha abençoar a vida de todas vocês.
Em breve publico mais alguns trechos sobre este assunto valioso: a intercessão.
Com carinho,
Iara



Queremos agora destacar o ornamento da intercessão na vida da mulher cristã, que é de valor imensurável, para tornar a sala do casamento bonita, agradável, aconchegante e sólida. O homem que tem uma esposa intercessora é bem-aventurado, pois a intercessão gera fortalecimento espiritual, traz direção. A esposa deve praticar a oração intercessória em favor do marido de maneira contínua e abrangente. Existem mulheres que passam os dias atormentadas pelo medo de acontecer algo com o marido. Medo de outras mulheres, medo de acidentes, medo do fracasso, medo da perda do emprego. O medo e a preocupação nada podem fazer para evitar situações de dissabor; a intercessão, sim. Quando oramos pelo marido, entregando-o aos cuidados do Deus Todo-Poderoso, podemos descansar, pois compartilhamos, através da intercessão, do mesmo sentimento do coração do Pai que é preservar, abençoar, livrar, sustentar, salvar, libertar, restaurar. Dessa maneira, nos posicionamos como interceptoras dos planos de Satanás contra o nosso marido.
No livro de Provérbios, capítulo 31, verso 25, está escrito que a força e a dignidade são os vestidos da mulher virtuosa, ou seja, da mulher que experimenta plenitude de vida. Diz ainda que, quanto ao dia de amanhã, ela não tem preocupações. Esse texto sugere que a mulher seja valente, guerreira, forte, lutadora pelo seu casamento, usando as armas propostas pela Palavra de Deus.
Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas; anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo. (2Co 10.3-5.)
Sinto-me impelida a deixar aqui registrada uma palavra para aquela leitora que talvez esteja enfrentando um problema com o adultério do marido. Querida, seja valente para lutar, perdoar e resgatar seu marido. Não abra mão daquilo que é seu por direito. A esposa é você, não a outra. Não desista! Busque ajuda com pessoas autorizadas por Deus para estarem aconselhando, orando com você e por você. Pessoas que acreditam no propósito indissolúvel de Deus para o casamento, que crêem no poder de Deus que restaura todas as coisas.
E agora, uma orientação para toda esposa. Ore sempre, diariamente, pedindo ao Senhor que converta o coração do seu marido ao seu coração, e o seu ao dele. Clame por unidade e comunhão. Peça para que Deus os faça se sentirem atraídos um pelo outro. Ore pelo relacionamento íntimo, para que este seja prazeroso, agradável, bonito e santo.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ansiedade e família

Queridos,
Bom dia.
Há alguns meses atrás falamos sobre este tema em um de nossos cultos.
Gostaria de compartilhar alguns dados e observações.
Espero que esta mensagem venha abençoar a vida de vocês.

Com carinho,
Iara

Segundo o site de pesquisa Wikipédia, ansiedade, ânsia ou nervosismo é uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração etc.

No Brasil aproximadamente 12% da população sofre de ansiedade, de acordo com do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (USP), o que representa quase 24 milhões de brasileiros com ansiedade patológica (e não meramente ansiosos).

A ansiedade é como o cupim. Ele está dentro da madeira e você não o vê. Quando percebe, o armário cai. A ansiedade se desenvolve calada. Muitas vezes, as pessoas por serem mais agitadas, com alto ritmo de trabalho, não percebem que são ansiosas. Em outros casos, pessoas paradas demais, lentas e até tímidas, desenvolvem a ansiedade na mente e no corpo, pois determinados tipos de ansiedade tornam-se paralisantes.

Com o ritmo acelerado de uma geração de informações neste mundo globalizado e cibernético, a ansiedade acaba por atingir cada vez mais pessoas. São tantos os elementos externos que nos envolvem e acabamos por não conseguir acompanhar as situações sem a ansiedade.

Na Palavra de Deus, em Filipenses 4.6-7, lemos "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus".

Cristo é o nosso porto seguro! Ele é a resposta de que precisamos para colocar as coisas no lugar. Do Senhor vem o refrigério para nossas angustias, expectativas ou temores. Quando entregamos tudo nas mãos de Deus, Ele se encarrega de planejar nossa vida, e nos ajudar a viver cada dia conforme Sua doce vontade.

A família tem um papel fundamental na vitória sobre a ansiedade. Muitas vezes palavras de desânimo, cobrança ou repreensão podem piorar a situação de um ansioso. O amor, a segurança e a compressão da família podem mudar a história de quem sofre desta doença.



segunda-feira, 18 de junho de 2012

Se não amo a mim mesmo (a) como posso amar meu cônjuge?

Bom dia meus queridos (as),
Nesta semana quero deixar uma reflexão para o casais. Muitos conflitos no casamento não se limitam apenas ao amar o outro, mas antes, e principalmente, em amarmos a nós mesmos. Pense sobre este assunto!

Sejam abençoados(as)!

Com carinho,
Iara


Quem não ama a si próprio, não se sentirá feliz ainda que tenha tudo o que deseja. Já adultos, por que parece que, internamente, muitos de nós somos como uma criança solitária e insegura, que requer proteção, carinho e afeto?

Vários de nossos conflitos conjugais e familiares são reflexos do nosso próprio conflito interno. A visão que tenho de mim mesmo determina a maneira como me relaciono com meu cônjuge e meus filhos. Como posso amar aos outros, se não consigo amar a mim mesmo?

Palavra de Deus nos mostra página a página o amor de Deus por nós. E quando entendemos este amor incondicional e eterno, passamos por um processo profundo de cura e restauração. A Bíblia afirma: “Porque como você se imagina na sua alma, assim você é” (Pv 23.7). Devemos nos valorizar com base no espelho do amor de Deus, não conforme os outros nos avaliam. Antes da Psicologia,

Paulo escreveu: “Porque somos feitura de Deus” (Ef 2.10). Feitura é vocábulo que vem do grego “poiema”, referindo-se ao trabalho manual feito por um artesão. Somos o “poema” de Deus, sua “obra de arte”. Jesus disse: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39). Se não me amo, como amarei as pessoas? O apóstolo João escreveu (1Jo 4.19) – “Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro”. Quando nos abrimos para o amor de Deus, sentimo-nos amados de modo pleno e podemos amar mais as pessoas, principalmente, os nossos familiares. Deus nos ama e nos aceita como somos, devemos nos questionar: “Por que não amaremos a nós mesmos”? É de Richard Bach, autor do livro “Fernão Capelo Gaivota”, a frase: “Durante muitos anos esperamos encontrar alguém que nos compreenda, alguém que nos aceite como somos, capaz de nos oferecer felicidade apesar das duras provas. Apenas ontem descobri que esse mágico alguém é o rosto que vi no espelho".*

Para que possamos ser benção para as pessoas, precisamos a ser benção para nós mesmos. Como vou cuidar de alguém se não me disponho a cuidar de mim mesmo?

*Fonte: Blog “Família, Raízes e Frutos”


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dica para sua família


Olá queridos(as)
Nesta semana especial, gostaria de deixar duas dicas importantes para manter um ambiente no lar centrado em Deus. Espero que vocês sejam abençoados. 
Com carinho, 
Iara
 
1. A hora devocional 

Marido e mulher devem investir individualmente no seu relacionamento com Deus. Isso acontecerá através da prática diária da hora devocional, que pode ser também chamada de hora a sós com Deus. Esse momento devocional deve ser marcado pelo louvor e a adoração, a leitura e o estudo da Bíblia, acompanhados de um tempo de oração em que se inclui a intercessão. É nessa hora diária que desenvolvemos uma maior intimidade com o Senhor, derramando nosso coração em sua presença. Crescemos no conhecimento da Palavra e da vontade divina para conosco. Somos consolados, exortados e aperfeiçoados como filhos amados de Deus, como cônjuges, como pais, profissionais; enfim, nossa vereda vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito (Pv 4.18). Experimentamos o gozo de uma vida cheia do Espírito.

O salmista, descrevendo a riqueza da Palavra, disse:

Tenho visto que toda perfeição tem seu limite; mas o teu mandamento é ilimitado. Quanto amo a tua lei! É a minha meditação todo o dia! Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos. (Sl 119. 96, 97,105.)

Jesus nos adverte que oremos e vigiemos para que não entremos em tentação. O apóstolo Paulo nos incentiva a orarmos sem cessar (Mt 26.41; 1Ts 5.17).

2. Reunião doméstica 

A hora devocional deve acontecer, de preferência, logo no começo do dia. A reunião doméstica poderá ser feita no horário do almoço ou à noite, antes de dormirem. O marido e a esposa vão compartilhar a Palavra, falando sobre o que aprenderam no momento a sós, e estarão orando um pelo outro e por quem o Espírito Santo direcionar. Quando os filhos chegarem, essa prática já terá sido estabelecida, gerando uma doce comunhão familiar.

(Trecho livro "Edificando Um Novo Lar" - Ciro Eustáquio e Iara Diniz)